Monday, May 18, 2020
Feliz Aniversário
Quero desejar um Feliz Aniversário e dizer que adoraria estar próximo para, mesmo em período de isolamento, quebrar todos os protocolos e dar um forte abraço, seguido de um beijo bem carinhoso. Obrigado por todos os momentos felizes que passamos juntos. Saiba que se houvesse uma permissão divina, eu os viveria novamente sem pensar duas vezes. Felicidades Guerreira!.
Sunday, May 17, 2020
MARINA FREIRE - MÉDICA: DESABAFO
Marina Freire: DESABAFO
1 - Sou médica, trabalhando na linha de frente do COVID19 e após quase 2 meses trabalhando quase todos os dias da semana, hoje eu só chorei;
2 - Chorei porque não aguento mais ter que escolher quem tem mais chance de viver;
3 - Chorei porque não aguento mais ver familiares se despedindo dos pacientes no ato da internação enquanto eu penso que isso pode ser o último abraço que eles podem dar;
4 - Chorei vendo famílias devastadas com várias mortes causadas por essa doença escrota;
5 - Chorei por imaginar que pode ser alguém da minha família naquela situação;
6 - Chorei vendo gente da minha idade com o pulmão todo comprometido;
7 - Chorei porque não aguento mais ver meus colegas de profissão e funcionários da Upa em que trabalho chegando graves no plantão para serem internados;
8 - Chorei por ter que parecer forte todos os dias e dar palavras de conforto quando por dentro nós todos estamos devastados;
9 - Chorei por não ter mais pontos de oxigênio pra internar ninguém. Chorei por me sentir inútil naquele momento;
10-E o pior de tudo é sair de um plantão caótico e ver gente nas ruas como se nada estivesse acontecendo. Pessoas bebendo, aglomerando, fazendo festinhas... AÍ SIM eu me sinto uma imbecil. Sinto que to enxugando gelo;
11-Então, se você se comoveu com esse relato ou teve um pouquinho de empatia ao se colocar nos nossos lugares, por favor, FIQUE EM CASA. Se cuide, cuide dos seus familiares!
Saturday, May 16, 2020
Revelação do Intercept coloca família Bolsonaro no caso Marielle
Reportagem revela um dos motivos para que o presidente tenha pressionado Moro pela troca do comando na Polícia Federal
Por Cleber Lourenço
A reportagem deste sábado (25) do The Intercept Brasil revelou que o filho de Jair Bolsonaro lucrou com a construção ilegal de prédios erguidos pela milícia usando dinheiro público. É o que mostram documentos sigilosos aos quais o portal teve acesso.
O andamento dessas investigações é um dos motivos para que o
presidente tenha pressionado o ex-ministro Sergio Moro pela troca do
comando da Polícia Federal no Rio, que também investiga o caso, em
Brasília.
Antes de começarmos, recomendo que leia minha coluna do ano passado onde falo sobre os 16 anos de Bolsonaro com as milicias.
Vamos ao que importa. Para que tudo faça sentido, precisamos focar no
discurso destrambelhado do presidente que foi feito nesta sexta-feira
(24) em replica ao discurso de Sergio Moro. Aqui, já pegamos algo
interessante: Bolsonaro admitiu que pediu troca da PF no Rio por caso
Marielle.
O começo do discurso não trazia grandes novidades quanto à loucura do
presidente. Contudo, acabou virando uma tentativa desesperada de
desvencilhar-se dos mais de 16 anos de elogios e aproximações com
milícias e milicianos.
O desespero começou aqui: “Será que é interferir na Polícia Federal
quase que exigir, implorar a Sergio Moro, que apure quem mandou matar
Jair Bolsonaro? A PF de Sergio Moro mais se preocupou com Marielle do
que com seu chefe Supremo”. E continuou: “Cobrei muito deles isso daí.
Não interferi. Eu acho que todas as pessoas de bem no Brasil querem
saber. Entendo, me desculpe senhor ex-ministro: entre meu caso e o da
Marielle, o meu está muito menos difícil de solucionar”.
O que o
presidente diz não fez sentido, se ele queria tanto respostas sobre o caso
Adélio Bispo, por qual motivo a defesa do
presidente não recorreu contra decisão que absolveu o agressor?
Foi quando ele mencionou o caso das gravações do porteiro: “Será que é
pedir à Polícia Federal, quase implorar, via ministros, que fosse
apurado o caso Marielle, no caso porteiro da minha casa 58, na avenida
Lúcio Costa, 3100?”
A coisa fica pior ainda quando lembramos que o MP carioca desmentiu o tal do porteiro que incluiu Bolsonaro no caso Marielle sem perícia o computador onde estavam os arquivos.
Além disso, a planilha de acesso ao condomínio só se tornou alvo da
investigação em outubro, quando peritos conseguiram acessar dados do
celular de Lessa. O aparelho foi apreendido em março, no dia da prisão,
mas estava bloqueado por senhas.
Ao conseguir desbloquear o celular, os investigadores notaram que a
mulher de Lessa enviou em janeiro para o marido uma foto da planilha de
entrada do condomínio que indicava acesso à casa 58, que é a casa de
Jair Bolsonaro. Para piorar, o porteiro que liberou a entrada do
miliciano não era o mesmo que prestou depoimento.
Em nenhum momento Moro ligou Bolsonaro a milícias em sua despedida.
Então, por qual motivo o presidente se desesperou em comentar todos os
episódios que envolvem as milícias e sua família? Acha que estou
exagerando? Confira a íntegra do discurso do ministro.
No final de 2019, Bolsonaro agiu de forma semelhante ao afirmar, do
nada, o seguinte: “Vocês sabem o caso do Witzel, foi amplamente
divulgado aí, inteligência levantou, já foi gravado conversa entre dois
marginais citando meu nome para dizer que eu sou miliciano. Armaram”.
E mais! Quem seria essa “inteligência” que Bolsonaro menciona, a
Agência Brasileira de Inteligência (ABIN)? O Gabinete de Segurança
Institucional da Presidência da República (GSI)? Fiz todas estas perguntas em uma coluna na ocasião.
Uma semana antes Bolsonaro já havia falado sobre a mesma coisa, algo que também pontuei: “No caso Marielle, outras acusações virão. Armações, vocês sabem de quem”.
A horda
bolsonarista ficou em pânico por dias e o Palácio do Planalto também. Bolsonaro e
apoiadores tentaram tirar o foco de tudo com uma história sobre um câncer de
pele do presidente.
É agora que pegamos o pulo do gato! Bolsonaro sancionou uma lei que dispensa o Habite-se,
documento obrigatório para escrituração de imóveis. A nova lei permite
que famílias situadas em áreas de baixa renda registrem seus imóveis sem
a apresentação da certidão do Habite-se.
Morte encomendada
Em dezembro de 2018, o general Richard Nunes, que era secretário da
Segurança Pública do Rio, afirmou que a morte de Marielle estava
encomendada desde 2017. Segundo palavras do general: “Milícia matou
Marielle pela ocupação de terras”.
Agora, em uma confluência de coincidências, o The Intercept Brasil revelou
que a investigação do Ministério Público carioca aponta que Flávio se
beneficiava das ocupações de terras e construções de edifícios pelas
milícias.
Reforço! A
matéria apontou que a rachadinha no gabinete estava financiando a ocupação e
construção ilegal pelas milícias, segundo o MP.
A
investigação mostra que a mãe e a mulher de Adriano movimentaram ao menos R$
1,1 milhão no período analisado em paralelo com a rachadinha por meio de contas
bancárias e repasses em dinheiro a empresas, entre elas, uma loja de material
de construção
Adriano da
Nóbrega e dois outros oficiais da PM integrantes do grupo – o tenente
reformado, Maurício da Silva Costa, e o major Ronald Paulo Alves Pereira –
usaram, segundo os promotores, nomes de moradores de Rio das Pedras para
registrar as construtoras na junta comercial do Rio.
Sabe quem é Ronald Paulo Alves Pereira? Suspeito de envolvimento no
assassinato de Marielle Franco. Para onde ia o dinheiro segundo a
investigação? Para a milícia acusada de organizar e planejar a morte da
vereadora.
Dados do
inquérito que o The Intercept teve acesso comprovam que Adriano, Costa e Ronald
Pereira eram os “donos ocultos” das construtoras ConstruRioMZ, São Felipe
Construção Civil e São Jorge Construção Civil. As três empresas foram registradas
na junta comercial no segundo semestre de 2018.
Tanto Adriano quanto Ronald foram condecorados por Flávio Bolsonaro. Isso quando já estavam sendo acusados de envolvimento em uma chacina. Segundo um ex-colega de cela do miliciano morto Adriano Magalhães, Flávio era um visitante costumaz da carceragem.
Um outro ponto que chama a atenção nesse caso todo é a morte do miliciano Adriano Magalhães.
Eduardo esteve em Salvador no mesmo final de semana em que o
miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega foi morto em uma operação da
polícia na cidade de Esplanada, na região rural do Estado da Bahia, que
está a cerca de quatro horas de distância da capital Salvador.
Eduardo inclusive suspendeu, dias antes, na mesma sexta-feira, sua
agenda pela região Nordeste, conforme um vídeo divulgado para seus
apoiadores. Se você ainda não acha que a revelação do Intercept foi
grave, tenho uma péssima noticia: perdemos a noção de gravidade nesse
país.
Tudo que foi publicado hoje é grave. Infelizmente, temos um
presidente que comete barbaridades diariamente e banalizou isso.
Entendam. Diferente dos apoiadores de Jair Bolsonaro, eu jamais irei
trabalhar com a presunção de culpa, são todos inocentes até que se prove
o contrário. Porém, o que mais me incomoda nisso tudo são as
“coincidências”.
Friday, May 15, 2020
— Capitão DECCASTRO🇧🇷🇨🇺🇻🇪🇨🇳 (@DECCASTRO35) May 15, 2020
Wednesday, May 13, 2020
— Capitão DECCASTRO🇧🇷🇨🇺🇻🇪🇨🇳 (@DECCASTRO35) May 13, 2020
Tuesday, May 12, 2020
Não tenhamos ilusões: as Forças Armadas apoiarão, sim, um autogolpe de Bolsonaro. Por José Dirceu
Frente à crescente reprovação de seu governo pela maioria do país e
ao aumento do apoio popular a seu impeachment, Jair Bolsonaro não deixa
dúvidas de que pretende dar um autogolpe de Estado. O militarismo está
de volta e a politização das Forças Armadas será inevitável, se não
reagirmos e não dermos um basta a toda e qualquer ação militar fora dos
marcos da Constituição.
Não há mais dúvidas. De novo nosso Brasil e sua democracia enfrentam o
risco e a ameaça do militarismo. Não se trata apenas de presença de 3
mil militares, inclusive da ativa, no governo federal, mas da tutela
aberta militar sobre o país, da volta do militarismo, da politização das
Forças Armadas.
Não será a primeira vez. Toda nossa história republicana está marcada
pela atuação dos militares como uma força política — no caso armada —,
disputando o poder e os rumos do país. Foi assim na instauração da
República em 1889; nos anos 1920 e 1930 com o tenentismo; em 1937 quando
o Estado Maior do Exército apoia o autogolpe de Getúlio do Estado Novo.
Durante toda década de 1950, facções das Forças Armadas aliadas à
direita tentaram dar golpes de Estado: em 1950 para impedir a posse de
Getúlio; em 1955, para impedir a posse de JK; em 1961 para impedir a
posse de Jango como presidente. Se os três primeiros fracassaram, o
quarto golpe, em 1964, foi vitorioso, com a destituição pela força das
armas de um governo constitucional e democrático que contava com o apoio
da maioria do povo.
É preciso registrar que os dois golpes em que os militares assumiram o
poder, de 1937 a 1945, na ditadura do Estado Novo, com Vargas, e de
1964 a 1985, com militares diretamente no comando do país, foram
marcados pela impunidade. São fatos históricos. Os militares brasileiros
que torturaram e assassinaram durante a ditadura militar jamais
reconheceram seus crimes, dos quais, aliás, foram anistiados, caso único
na América Latina.
Não há uma ala militar ou um núcleo militar no governo Bolsonaro.
Seja pela razão que for, o governo é militar, a presidência e o Palácio
do Planalto, oito dos 22 ministérios e cada vez mais militares assumem
as secretarias de outros ministérios como no da Saúde, sem falar das
estatais e autarquias. A cada dia fica evidente que as operações
políticas e planos do governo, como o Pro-Brasil, são realizadas pelos
militares. Suas digitais estão em movimentos como a cooptação do Centrão
para a base do governo na Câmara dos Deputados com distribuição de
cargos, ou a guerra política contra a oposição, o STF e a imprensa.
Estão presentes na orientação das políticas indígena, ambiental e
educacional, e na gravíssima rendição total aos Estados Unidos na
política externa, com a alienação de nossa soberania.
Os militares aderiram e apoiam toda gestão de Paulo Guedes
na economia do país, inclusive o desmonte dos bancos públicos e as
privatizações, a entrega das reservas e da riqueza e renda do Pré-sal, o
desmonte da saúde e da educação pública, das universidades e centros de
pesquisa. Mas, cinicamente, salvaram dos cortes e das reformas as
estruturas militares, o orçamento das Forças Armadas, que não foi
contingenciado, e sua Previdência. Enquanto o povo amarga uma reforma da
Previdência que aumenta anos de trabalho, reduz benefícios e penaliza
os pobres, os militares mantiveram seus privilégios: paridade,
integralidade, sem limite de idade para aposentar, gratificações,
verbas, ajudas, aumento real de vencimentos de 45%. Uma casta.
Tutela militar
Esta tutela se expressa desde o governo Temer. Quando do julgamento
do HC de Lula na Suprema Corte, o então comandante do Exército, general
Eduardo Villas Boas, publicou um twitter expressando que as Forças
Armadas não o aceitariam e, o mais grave, publicou a foto da reunião do
Estado Maior do Exército para demonstrar o apoio que tinha para praticar
aquele crime constitucional. O mesmo Villas Boas que, agora na reserva,
saiu em defesa da secretária da Cultura, Regina Duarte, que em
entrevista recente defendeu a ditadura.
No dia 31 de março deste ano, os três comandantes militares assinaram
uma nota de elogio e apoio ao golpe militar de 1964, sem que os poderes
e as instituições se manifestassem ou coibissem essa escalada das
Forças Armadas rumo ao poder. Mesmo na oposição e na mídia, poucas vozes
se levantaram para protestar.
Frente à crescente reprovação de seu governo pela maioria do país e
ao aumento do apoio popular a seu impeachment, Jair Bolsonaro não deixa
dúvidas de que pretende dar um autogolpe de Estado. De novo vemos a
ilusão política que não haverá golpe de Estado. Não é bom acreditar em
ilusões, quando já temos um governo militar e aqui, na vizinha Bolívia,
foi dado um violento e covarde golpe de Estado com a Polícia Militar.
Para o Exército sobrou a tarefa de exigir a renúncia do presidente Evo
Morales.
É certo que razões políticas não bastam e não devem ser a
justificativa para o impedimento constitucional de um presidente. É
golpe parlamentar, como foi contra a presidente Dilma Rousseff, com a
anuência e conivência da Suprema Corte. Mas todos os dias o presidente
viola a Constituição e manifesta publicamente sua disposição rumo ao
autoritarismo. Está evidente que ele capturou os órgãos de fiscalização,
investigação, seja o COAF, a Receita Federal, o Ministério Público e
agora a polícia judiciária da União, a Polícia Federal, para evitar
exatamente a apuração e as investigações e processos contra sua família,
filhos, partido, campanha e atuação na presidência, evitando assim um
julgamento judicial ou pelo parlamento.
Se não encontra reação, sua estratégia, no curto prazo, continua
sendo a de provocar e avançar sobre os outros poderes. A médio é formar
uma maioria na Câmara, eleger em fevereiro do ano que vem um presidente
alinhado com o governo e ao mesmo tempo esperar as aposentadorias na
Suprema Corte para tentar anular sua ação constitucional. Objetivos que
podem não ser alcançados e seu governo se arrastar até 2022, o que não
seria um problema não fosse a gravíssima crise que o mundo e o Brasil
vivem. A ação de Bolsonaro contra o isolamento social e a verdadeira
sabotagem que ele e seu governo fazem em plena pandemia que já matou
mais de 11 mil brasileiros já são razões mais do que suficientes para
seu afastamento da presidência.
Hora de reagir
A oposição liberal de direita, os partidos PSDB-DEM-MDB e a grande
mídia – ainda que aos poucos seus editoriais revelem o temor de um golpe
– com exceções, não apoiam o impeachment do presidente. Evitam também a
questão militar, preferindo apostar que as Forças Armadas como
instituição não apoiariam um autogolpe. Esquecem as lições da história e
o fato concreto de que Bolsonaro agita os quartéis, apela aos oficiais
com comando e tem nas PMs e empresas de segurança uma reserva armada à
sua disposição, fora suas milícias que hoje ocupam a Praça do Três
Poderes exigindo o fechamento do Congresso Nacional e do Supremo.
O militarismo está de volta e a politização das Forças Armadas será
inevitável, quase automática, se não reagirmos e não colocarmos um basta
a toda e qualquer ação militar fora dos marcos da Constituição. E a
toda e qualquer ação do presidente quando viola a Constituição usando as
Forças Armadas ou as invocando.
Espero que não acreditemos em notas oficiais dos militares que
repudiam o golpe ou reafirmam sua vocação democrática – incompatível com
o apoio e a louvação ao golpe militar de 1964. A tradicional aversão
militar ao conflito inerente à democracia, seu elitismo de achar que o
povo não sabe votar, sua convicção recebida nas escolas militares de que
eles são os únicos patriotas, seu histórico de formação positivista
como o déspota esclarecido que Geisel bem representou, seu
corporativismo exibido sem pudor na votação da reforma da Previdência,
são ingredientes que apenas devem aumentar nossa convicção de que os
militares têm que estar fora da política. Não podem ser agentes
políticos pela simples razão que a nação os armou para a defender e não
para a tutelar ou para nos submeter à tirania e à ditadura.
Saturday, May 09, 2020
Friday, May 08, 2020
Hoje estou só de musica francesa, saboreando uma caneca de 𝕮𝖆𝖘𝖎𝖑𝖑𝖊𝖗𝖔 𝕯𝖊𝖑 𝕯𝖎𝖆𝖇𝖑𝖔. Confesso que para quem, com 75, encarar estes tais de quarentena, isolamento social, ficar em casa, etc..., ainda por cima morando só não é nada fácil ! pic.twitter.com/BoPIcjDHml
— Capitão DECCASTRO🇧🇷🇨🇺🇻🇪🇨🇳 (@DECCASTRO35) May 8, 2020
Brizola, Brizola, quanta falta você nos faz no momento de agonia generalizada como o que estamos atravessando! pic.twitter.com/ISKz42eMan
— Capitão DECCASTRO🇧🇷🇨🇺🇻🇪🇨🇳 (@DECCASTRO35) April 2, 2020
Thursday, May 07, 2020
Momento em que Regina Duarte dá chilique, durante entrevista à CNN, quando questionada por Maitê Proença! https://t.co/DPkf8tlqn4 via @YouTube
— Capitão DECCASTRO🇧🇷🇨🇺🇻🇪🇨🇳 (@DECCASTRO35) May 7, 2020
Thursday, April 23, 2020
— Capitão DECCASTRO🇧🇷🇨🇺🇻🇪🇨🇳 (@DECCASTRO35) April 23, 2020
Thursday, April 09, 2020
Monday, April 06, 2020
Thursday, April 02, 2020
Golpe BolsoNERO - https://t.co/mJoz2itiKV via @DailymotionUSA
— Capitão DECCASTRO🇧🇷🇨🇺🇻🇪🇨🇳 (@DECCASTRO35) April 2, 2020
Brizola, Brizola, quanta falta você nos faz no momento de agonia generalizada como o que estamos atravessando! pic.twitter.com/ISKz42eMan
— Capitão DECCASTRO🇧🇷🇨🇺🇻🇪🇨🇳 (@DECCASTRO35) April 2, 2020
— Capitão DECCASTRO🇧🇷🇨🇺🇻🇪🇨🇳 (@DECCASTRO35) April 2, 2020
— Capitão DECCASTRO🇧🇷🇨🇺🇻🇪🇨🇳 (@DECCASTRO35) March 29, 2020
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